terça-feira, 2 de março de 2010

Professora - Pesquisadora: um desafio na formação inicial



Com a provocação da autora Maria Tereza Esteban, vamos começar a análsie e reflexão sobre o texto da nossa última aula.

"Até bem pouco tempo, ninguém questionaria o estatuto exclusivamente acadêmico do pesquisador, tendo em vista que pesquisa pressupõe uma fundamentação teórica conssitente, uma ampla leitura crítica da bibliografia especializada; enfim uma longa estrada construída no espaço acadêmico. Como, de repente, aceitar que um professor da escola básica se improvise como pesquisador? Na conta - hegemonia, porém, vem crescendo um movimento questionador e propositivo."

Questões para reflexão:

Quais as interlocuções que o texto traz sobre a questão da pesquisa na formação inicial e continuada?
Quais as consequências de um curso de formação que não incorpora a pesquisa como eixo central?
Como romper com uma concepção de estágio que tem como pauta "a hora de mostrar o que foi aprendido?

Palavra franqueda VIII semestre...

12 comentários:

Grazi Almeida disse...

Existe a necessidade de o professor ser pesquisador/reflexivo, repensar e ressiguinificar sua prática. No entanto, percebemos que as autoras acreditam que alguns professores atuantes têm se deparado com dificuldades, pois além de lidar com os saberes da prática docente, encontram-se encurralado a necessidade da pesquisa e reflexões, tendo ainda que lidar com as novas tecnologias e complexidades sociais.

Thiara disse...

O texto sobre a pesquisa como eixo de formação docente, nos traz muitas reflexões sobre a formação de professores-pesquisadores. Os autores do texto ressaltam que apesar de reconhecerem a importância dos pesquisadores brasileiros no âmbito educacional, pouco tem sido os efeitos destas pesquisas no interior das escolas. Sendo assim eles questionam o papel do professor em tais pesquisas. Concordo com os autores quando eles ressaltam que o professor não deve ser somente um consumidor passivo dos conhecimentos produzidos pelos pesquisadores acadêmicos, mas construírem uma parceria na construção das mudanças que desejam realizar no interior da escola. Tanto o professor como o aluno quer ser reconhecido no texto teórico, não se sentindo negado pelo mesmo. o texto nos deixa claro que a pesquisa não pode ser realizado somente por um fim em si mesma, mas a pesquisa deve ser um espaço de questões que alimentam a necessidade de saber mais e construir novas formas de percepção da realidade, visando a possibilidade de recuperar o fazer pensado.

Thiara Carvalho

Aline Silva disse...

È importante que o professor também da escola básica tenha uma formação contínua, inserindo a pesquisa em sua trajetória profissional para que os alunos possam sempre mais e mais obter e construir conhecimentos. Incentivar os alunos a desenvolver leitura e assim interagir, intervir diante de questões tão necessárias para ocorrer a reflexão, conscientização e mudança.

Aline

Refletindo as minhas Ações disse...

O texto deixa claro que o professor precisa ser pesquisar e refletir aquilo que ele pesquisa,pois a pesquisa por si só,sem objetivo e sem ação, não modificará no campo pesquisado. Com essa prática,nós futuros professores iremos contribuir dentro da instituição(escola),comunidae e a sociedade em geral.
Eliana

Mediando Conhecimento disse...

As autoras nos oportunizaram uma grande reflexão sobre o seu texto "A pesquisa como eixo de formação docente",o texto é permeado de ricos questionamentos.Concordo com as autoras no momento em que elas dizem que mesmo com todo reconhecimento que tem os pesquisadores brasileiros pela suas produções literárias, refletem ainda muito pouco nas escolas,pois o nosso atual cenário é que "a escola ainda continua excludente, produzindo analfabetos, analfabetos funcionais e iletrados."

refletindo a teoria e pratica disse...

As reflexões abordadas pelas autoras a cerca do professor tornar-se um pesquisador reflexivo da prática docente nos instiga a assumir uma postura questionadora, investigativa, critica e reflexiva naõ só das práticas educativas, mas dos conhecimentos teóricos e práticos de uma maneira interligados um com outro dentro e fora do ambiente escolar,
" a ação e a reflexão compõem uma relação dialógica e dialética".

LILIANE ANDRADE disse...

As reflexões abordadas pelas autoras a cerca do professor tornar-se um pesquisador reflexivo da prática docente nos instiga a assumir uma postura questionadora, investigativa, critica e reflexiva naõ só das práticas educativas, mas dos conhecimentos teóricos e práticos de uma maneira interligados um com outro dentro e fora do ambiente escolar,
" a ação e a reflexão compõem uma relação dialógica e dialética".

Luana Q. Bastos disse...

É de suma importância que professor tenha um espírito investigativo, onde ele analisa a sua pratica e busca formas de melhora-la cada vez mais, corrigindo-a quando necessária e aprimorando-a. É questionar aquilo que se vê, que se ler, buscando apronfudar-se naquilo que é questionado. Tendo a pesquisa como forma de aprimorar-se nos conhecimentos e descobrir novos.
Enfim, como as autoras citam "O questionamento inicial, aquele certo porquê, porém não se improvisa, nem se adquire a metro no empório de ideias de esquina. Ele fruto de um processo histórico vivido pelo leitor da realidade em que está inserido".

Fernando Peixoto disse...

No texto as autoras nos propocionam um reflexão sobre a importância da pesquisa e suas contribuições para a formação docente. Colocando em destaque o atual contexto escolar, objetivando que o professor passe a vivenciar sua praxis de forma intensa.
Assim, não podemos perder de vista que mesmo diante das dificuldades encontradas no processo educacional, é imprescindível que o professor deixe a simples ação de executar se tornado um ser passivo e passe a pensar e/ou repensar a sua pratica se tornado ativo, de forma que ele conheça as questões da educação, nos aspectos histórico, sócio-cultural e conhecer o seu aluno nas questões afetivas, cognitiva e social, refletindo assim criticamente sobre o seu papel e identidade.

Janyne Barbosa disse...

As autoras ressaltam sobre a necessidade e possibilidades de desenvolver trabalhos que articulem pesquisa, estágio e cotidiano escolar que ainda segundo as autoras apesar de reconhecermos a seriedade com que os pesquisadores brasileiros vêm produzindo uma consistente literatura no âmbito da educação, os efeitos de tais avanços pouco se refletem no interior das escolas (ESTEBAN e ZACCUR, 2002).

A partir desta perspectiva, o estágio se coloca como eixo articulador entre teoria e prática, já que os elementos da prática são trazidos pelos estágios e reelaborados nos cursos de formação docente, garantindo a produção de conhecimento nas áreas específicas da docência. Assim pesquisa se torna “um fazer”, onde professores e pesquisadores colocam suas questões, e propõem um novo olhar sobre a pesquisa, onde quem “aplica” diretamente a teoria se vê construtor dela.
De todo modo, é preciso considerar que a pesquisa de por si, não se sustenta e tampouco, sustenta a prática pedagógica.É necessário que haja uma reflexão e uma ressignificação dessa prática, para que a mesma seja reelaborada e transformada em produção de um novo conhecimento.Portanto, é preciso que o professor seja competente para agir criticamente em seu cotidiano .

Colegiado de Pedagogia disse...
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Socorro Cabral disse...

Oi turma linda e interativa,

A questão da pesquisa na formação inicial é um debate inadiável nas instituições formadoras hoje. É através da pesquisa que o aluno tem autonomia para buscar novos conheciementos demandados no seu trabalho cotidiano. O professor que não pesquisa, é apenas um consumido de conhecimentos despejados pelo outro. Pesquisar requer atitude de estranhamento, de indignação em face as situações cotidianas. Esse é o nosso desafio.